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Pé torto congênito (PTC) é uma alteração ortopédica que ocorre na fase embrionária. Um pé com desenvolvimento normal se torna um pé torto durante o segundo trimestre de gestação; por isso, é raramente detectado com ultrassonografia antes da 16ª semana de gestação. O pé torto é uma deformidade do desenvolvimento.

 

Incidência: a freqüência da ocorrência dessa condição é de 1 caso para cada 1000 crianças caucasianas; entre japoneses, a freqüência é a metade e na raça negra é 3 vezes maior. Nos povos polinésios, encontra-se a mais alta freqüência, 6 crianças para cada 1000 nascimentos. O pé torto congênito é 3 vezes mais comum no sexo masculino.

Pé Torto Congênito

O que causa o pé torto?

 

Não se sabe exatamente porque a condição ocorre, por isso se dá o nome de pé torto congênito (de nascimento) e idiopático (quando não sabemos a causa).

No entanto, acredita-se que o pé torto congênito é também uma doença / deformidade do desenvolvimento uma vez que ocorre apenas no segundo trimestre da gestação, através de uma possível ativação de genes "responsáveis" pela geração da deformidade. Essa área da genética está em grande foco de estudo atualmente, prometendo respostas em um futuro próximo.  Por isso, o tratamento baseia-se em uma reorientação do crescimento das cartilagens e ossos do pé, e também por essa razão ocorrem as recidivas. Existe uma “memória” da deformidade inicial, que vai ficando mais fraca a medida que a criança cresce.

 

Alterações neurológicas também podem estar implicadas nas possíveis causas.
Fatores ambientais também podem estar relacionados, mas o único comprovado hoje em dia é o uso do misoprostol, medicamento para ação no trato gastrointestinal, porém hoje infelizmente utilizado como substância provocadora de abortos. Quando eles não acontecem, pode ocorrer uma síndrome denominada Síndrome de Moebius, com pé torto, paralisia facial e distúrbios da mobilidade ocular.

Qual o futuro de crianças com pé torto?

 

A criança que é tratada corretamente pelo método de Ponseti, apresenta ótimos resultados funcionais, e estéticos, muito próximos da normalidade. Entretanto, alguns estigmas da doença vão persistir mesmo após o tratamento:

 

Tamanho dos pés: o tamanho final do pé de uma criança com pé torto é sempre menor que um pé normal, assim como a panturrilha apresenta também um menor diâmetro. Entretanto, encurtamentos da perna não são significativos.

 

Esportes: os pacientes tratados pelo método de Ponseti geralmente não tem dificuldades para participar de atividades físicas regulares no futuro.

Quer saber sobre o tratamento do Pé Torto Congênito?

Aqui damos a você uma idéia a respeito do Método Ponseti.